Considerada um dos destinos mais procurados da cidade, essa praia conta com grande litoral e clima agradável. É um dos lugares mais frequentados por turistas durante a alta temporada, que aproveitam para relaxar, tomar um refrescante banho de mar e praticar algum esporte. 


Com diversos prédios de alto padrão em sua orla, no restante do ano é frequentada por moradores da região e pescadores.

Conta com uma larga faixa de areia dourada e grossa, o mar é levemente agitado, formando algumas ondas quando venta e suas águas são transparentes. É propício para o banho e prática de esportes náuticos, como kitesurf. 

É uma boa opção para um agradável dia na praia, seja em família ou com amigos. O lugar conta ainda com boa infraestrutura, com bares e restaurantes, além de hotéis e pousadas próximos.

José Domingos de Morais (Garanhuns12 de fevereiro de 1941  — São Paulo,23 de julho de 2013), conhecido como Dominguinhos, foi um instrumentista,cantor e compositor brasileiro. Exímio sanfoneiro, teve como mestres nomes comoLuiz Gonzaga e Orlando Silveira. Teve em sua formação musical influências debaiãobossa novachoroforróxote e jazz.

Biografia

José Domingos de Morais nasceu no interior de Pernambuco, na cidade de Garanhuns, em 12 de fevereiro de 1941. Oriundo de família humilde, seu pai, mestre Chicão, era um conhecido sanfoneiro e afinador de sanfonas. 

Dominguinhos interessou-se por música desde cedo, começando a aprender sanfona com seis anos de idade, quando ganhou um pequeno acordeão de oito baixos e chegou a se apresentar em feiras livres e portas de hotéis em troca de algum dinheiro junto com seus dois irmãos, com quem formava o trio Os Três Pingüins. Praticava o instrumento por horas a fio, e logo tornou-se proficiente nas sanfonas de 48, 80 e 120 baixos, e acabou por tornar-se músico profissional ainda garoto.

Em 1950, aos nove anos de idade, conheceu Luiz Gonzaga quando tocava na porta do hotel em que este estava hospedado. Luiz Gonzaga se impressionou com a desenvoltura do menino e o convidou a ir ao Rio de Janeiro. 

Dominguinhos o fez em 1954, então com treze anos de idade, acompanhado do pai e dos dois irmãos, indo morar em Nilópolis. Ao encontrar-se com Luiz Gonzaga no Rio, este deu-lhe de presente uma sanfona e o integrou à sua equipe de músicos, e Dominguinhos passou a fazer shows pelo Brasil e participar de gravações. 

Em uma dessas viagens, em 1967, conhece a cantora de forró Anastácia (nome artístico de Lucinete Ferreira), com quem se casa e forma uma parceria artística que duraria onze anos.

Dominguinhos já tinha um filho, Mauro, nascido em 1960 de seu primeiro casamento. Em 1976, Dominguinhos conhece a também cantora Guadalupe Mendonça, seu terceiro casamento, do qual nasceria uma filha, Liv.

Separaram-se, mas mesmo após a separação, os dois mantiveram a amizade até a morte do cantor.

A sua integração à equipe de músicos de Luis Gonzaga fez com que ganhasse reputação como músico e arranjador e ele aproximou-se de músicos do movimento bossa nova. 

Fez trabalhos junto a inúmeros músicos de renome, como Gilberto Gil, Maria Bethânia, Elba Ramalho e Toquinho, e eventualmente acabou por consolidar uma carreira musical própria, englobando gêneros musicais diversos como bossa nova, jazz e pop.

Problemas de saúde


No fim de 2012, Dominguinhos teve problemas relacionados à arritmia cardíaca e infecção respiratória e foi internado no Recife, sendo posteriormente transferido para o Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. Os médicos informaram que o cantor não deverá mais retornar do coma em que se encontra.

Apesar das declarações feitas por seu filho, Dominguinhos está minimamente consciente e apresenta leve quadro de melhora. 

Em 13 de julho, o cantor deixou a UTI, mas ainda permaneceu internado, com quadro considerado estável.

Morte


Dominguinhos estava internado no hospital Sírio-Libanês em São Paulo e morreu às 17h50 do dia 23 de julho de 2013 após sofrer complicações infecciosas e cardíacas. 

O músico morreu após perder uma batalha que durou seis anos contra um câncer de pulmão

Discografia

  • 1964 – Fim de Festa
  • 1965 – Cheinho de Molho
  • 1966 – 13 de Dezembro
  • 1973 – Lamento de Caboclo
  • 1973 – Tudo Azul
  • 1973 – Festa no Sertão
  • 1974 – Dominguinhos e Seu Acordeon
  • 1975 – Forró de Dominguinhos
  • 1976 – Domingo, Menino Dominguinhos
  • 1977 – Oi, Lá Vou Eu
  • 1978 – Oxente Dominguinhos
  • 1979 – Após Tá Certo
  • 1980 – Quem me Levará Sou Eu
  • 1981 – Querubim
  • 1982 – A Maravilhosa Música Brasileira
  • 1982 – Simplicidade
  • 1982 – Dominguinhos e Sua Sanfona
  • 1983 – Festejo e Alegria
  • 1985 – Isso Aqui Tá Bom Demais
  • 1986 – Gostoso Demais
  • 1987 – Seu Domingos
  • 1988 – É Isso Aí! Simples Como a Vida
  • 1989 – Veredas Nordestinas
  • 1990 – Aqui Tá Ficando Bom
  • 1991 – Dominguinhos É Brasil
  • 1992 – Garanhuns
  • 1993 – O Trinado do Trovão
  • 1994 – Choro Chorado
  • 1994 – Nas Quebradas do Sertão
  • 1995 – Dominguinhos É Tradição
  • 1996 – Pé de Poeira
  • 1997 – Dominguinhos & Convidados Cantam Luiz Gonzaga
  • 1998 – Nas Costas do Brasil
  • 1999 – Você Vai Ver o Que É Bom
  • 2001 – Dominguinhos Ao Vivo
  • 2001 – Lembrando de Você
  • 2002 – Chegando de Mansinho
  • 2004 – Cada um Belisca um Pouco(com Sivuca e Oswaldinho do Acordeon, Biscoito Fino)
  • 2005 – Elba Ramalho & Dominguinhos
  • 2006 – Conterrâneos
  • 2007 – Canteiro (participação especial no CD de Margareth Darezzo)
  • 2008 – Yamandu + Dominguinhos
Francisco Pais Barreto, primeiro e único visconde e marquês de Recife (Cabo26 de maio de 1779 — Cabo, 26 de setembro de 1848), foi capitão-mor da vila do Cabo, morgado do Cabo e um político brasileiro.
Foi membro da junta do governo da Província de Pernambuco, conhecida como "Governo dos Matutos", que durou de setembro de 1822 a dezembro de 1823.
A sua nomeação como presidente da Província, pelo imperador D. Pedro I no início de 1824, desencadeou a crise que levou à eclosão da Confederação do Equador. Sobre essa nomeação, Frei Caneca assim se manifestou, à época, nas páginas do Typhis Pernambucano:

"Pode Sua Majestade dar padrões de tenças, títulos de barões, viscondes, condes, marqueses e duques; porém dar ciência a um tolo, valor a um covarde, virtude a um vicioso, honra a um patife, amor da pátria a um traidor, não pode Sua Majestade."

A indignação de Frei Caneca devia-se ao posicionamento de Francisco de Paes Barreto durante a Confederação do Equador. Anteriormente, durante a Revolução Pernambucana (1817), Paes Barreto fora uma figura decisiva. No entanto, no caso da Confederação do Equador, colocara-se radicalmente contra o movimento separatista pernambucano, tendo sido um dos líderes daqueles que defendiam a União com o governo central. Paes Barreto foi às armas e sufocou os revoltosos, o que inspirou sentimentos de amor mas também de ódio entre os pernambucanos, com relação a ele.

Governador de Pernambuco - 1822 a 1823
Sucedido por: Manuel de Carvalho Pais de                      Andrade
Capela de Nossa Senhora da Conceição
A feira 

Igreja Nossa Senhora das Dores, já com duas torres, 1908


Trecho da antiga Rua da Frente (ou Rua do Comércio), atual praça Cel. João Guilherme

Beco Jean Pegot, depois Beco de Dona Aninha, mais tarde Beco do Major Sinval, também Beco da Estudantil e atual Beco da Pequena de Ouro

Rua 15 de Novembro 

Beco Pequena de Ouro







Igreja da Matriz, também com uma torre


Cine Teatro Rio Branco

Pátio Igreja do Rosário

Cine Caruaru


Praia do Paiva é o nome de uma praia localizada no município de Cabo de Santo Agostinho, no estado brasileiro de Pernambuco.

A sua paisagem é composta por uma densa faixa de coqueirais, mar azul e areias claras. O banho é mais adequado na maré baixa, pois a presença de arrecifes formam pequenas piscinas naturais.

Na praia do Paiva acontecia uma das maiores manifestações culturais da região: a festa da Lavadeira, um evento cultural popular que surgiu em 1987 e a cada ano atraia muitos turistas. Após 25 edições, a festa, que ainda acontece no dia 1º de maio, está sendo realizada na cidade do Recife.

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Brites de Albuquerque (Portugal, 1517?- Pernambuco,1584?) foi mulher do donatário da Capitania de Pernambuco, Duarte Coelho Pereira.

Nascida em Portugal, era filha de Lopo de Albuquerque e Joana de Bulhão.1 Brites, ou Beatriz, como era também chamada, fazia parte da poderosa família dos Albuquerque, arrolados entre os “barões assinalados” do poema Os Lusíadas, sendo sobrinha de Afonso de Albuquerque.

Chegou ainda jovem a Pernambuco (9 de Março de 1535), acompanhando o seu marido, Duarte Coelho Pereira, que recebera a posse da Capitania, por doação de el-Rei D. João III. Além da esposa, Duarte Coelho teria partido para o Brasil acompanhado de seu cunhado, Jerônimo de Albuquerque.

Por volta de 1553, quando o marido retorna a Portugal, acompanhado dos filhos do casal, Duarte Coelho de Albuquerque e Jorge de Albuquerque Coelho, Dona Brites assume interinamente o governo da capitania, assistida por seu irmão, Jerônimo de Albuquerque, que se havia estabelecido na região e casado com a índia tabajara Tindarena ou Tabira, depois batizada Maria do Espírito Santo Arcoverde. Jerônimo ficaria conhecido como o “Adão pernambucano”, por ter deixado vastíssima descendência por todo o Brasil e especificamente na região Nordeste.

Com a morte de seu marido, Duarte Coelho (1554) em Portugal, ela própria ocupará o cargo, com a ajuda de seu irmão, Jerônimo de Albuquerque. sendo que a designariam por «capitoa». Dona Brites assumiu, assim, todas as honras e obrigações adjacentes ao título, o qual manteria até a maioridade do seu filho mais velho, Duarte Coelho de Albuquerque, que estudava em Portugal, juntamente com seu irmão Jorge de Albuquerque Coelho. Quando ambos chegam ao Brasil, em 1560, Duarte assume o governo de Pernambuco, mas tão somente até 1572, data em que terá sido chamado de regresso a Portugal. Duarte e Jorge são incorporados à armada do rei D. Sebastião, que avançava sobre a África. Ambos são gravemente feridos após a batalha de Alcácer-Quibir, em 4 de agosto de 1578, e nunca mais retornariam ao Brasil. Assim, uma vez mais, Dona Brites ficará no comando das terras pernambucanas, exercendo essa função até o fim de sua vida.

Dona Brites é considerada pelos especialistas como uma das mais ilustres pernambucanas, sendo que durante o seu governo, manteve a ordem e a paz da Capitania, combatendo as insurreições indígenas, legislando e controlando os assuntos dos colonos e construindo e urbanizando núcleos, como Olinda, onde faleceu, provavelmente entre junho e outubro de 1584.


Governadora de Pernambuco: 1540 - 1561
1572 - 1575 : regente, em nome de seu filho
Sucedido por: Jorge de Albuquerque Coelho

Tradutor

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